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AURICULOTERAPIA O EFEITO DO PONTO ENDÓCRINO NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO - FACULDADE EBRAMEC

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Assunto
Acupuntura, Auriculoterapia, Ombro Doloroso
2018

AURICULOTERAPIA O EFEITO DO PONTO ENDÓCRINO NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ESTUDOS DE CASOS

Autor(es) : ANA CRISTINA DE SOUZA CAIXETA
Orientador(es) : Eduardo Vicente Jofre
Co-Orientador(es) : Reginaldo de C. S. Filho

O ombro doloroso é uma síndrome caracterizada por dor e impotência funcional de graus variados, que comete estruturas responsáveis pela movimentação do ombro, incluindo articulações, tendões, músculos, ligamentos e bursas. A dor no ombro é uma das queixas mais comuns e incapacitantes do sistema musculoesquelético, na população em geral apresenta prevalência estimada entre 15% a 25%. Comumente a síndrome do ombro doloroso é tratada de forma conservadora, com medidas analgésicas e antiinflamatórias, fisioterapia e indicação cirúrgica para os casos em que o quadro permanece do mesmo modo. Objetivo: Portanto o presente estudo vem propor a aplicação do ponto endócrino auricular com o intuito de atenuar a sintomatologia dolorosa do ombro e conseqüentemente reduzir o consumo dos fármacos pelos pacientes, minimizando os efeitos adversos causados pelos antiinflamatórios sintéticos. Métodos: Foram estudados 20 pacientes com síndrome do ombro doloroso, sendo 19 mulheres (95%) e um homem (5%), com idade entre 40 e 70anos, média de 55 anos. Após a realização da anamnese através de uma ficha de avaliação para a coleta de dados, contendo as principais queixas, os pacientes foram submetidos ao tratamento semanal de Auriculoterapia, totalizando 10 sessões. E como indicador do resultado foi utilizada a Escala Visual Analógica da Dor (EVA), sendo avaliados no início e no final do tratamento. Conclusão: Pode-se constatar que com o tratamento proposto os resultados obtidos foram benéficos a saúde. Os pacientes obtiveram redução significativa na intensidade da dor, e conseqüentemente diminuição do uso de analgésicos e antiinflamatórios e seus efeitos danosos a saúde. Através da modificação da sintomatologia dolorosa os pacientes apresentaram uma média de 70,9% de melhora no final do tratamento.